HIFEM (Emsella) para o Assoalho Pélvico Masculino em Mogi Guaçu: Para que Serve

O HIFEM é uma tecnologia que usa campo eletromagnético de alta intensidade para provocar contrações intensas e repetidas da musculatura do assoalho pélvico, sem necessidade de anestesia e sem tempo de recuperação. O paciente permanece vestido, sentado sobre um aplicador. É utilizada como complemento na reabilitação da continência urinária e da função sexual após cirurgias da próstata, e em casos selecionados de disfunção erétil e ejaculação precoce. Não substitui a fisioterapia nem o tratamento clínico. Em Mogi Guaçu, o Dr. Bruno Vedovato indica o HIFEM dentro de um plano individual, com atendimento presencial na Clínica Longevità e consultas online para orientação inicial.

Atualizado em | Revisado por Dr. Bruno Vedovato, CRM-SP 135284 | RQE 53514

O que é o HIFEM

HIFEM é a sigla para um tipo de tecnologia que gera um campo eletromagnético focado de alta intensidade. Esse campo provoca contrações musculares involuntárias muito intensas e repetidas, além do que uma contração voluntária alcança. Aplicado sobre a região pélvica, com o paciente vestido e sentado em um aplicador, ele estimula de forma concentrada a musculatura do assoalho pélvico. O equipamento mais conhecido com essa tecnologia para a região pélvica é o Emsella.

A musculatura do assoalho pélvico sustenta a bexiga e o reto, participa do controle da urina e contribui para a rigidez e a manutenção da ereção. Fortalecer esse grupo muscular tem papel reconhecido na reabilitação de continência e de função sexual, e o HIFEM é uma ferramenta que ajuda nesse processo.

Para quem o HIFEM pode ajudar

  • Reabilitação após cirurgia da próstata, como complemento no retorno da continência urinária e da função sexual, conforme reabilitação sexual pós prostatectomia.
  • Incontinência urinária de esforço leve a moderada, associada ao treino ativo do assoalho pélvico.
  • Disfunção erétil em casos selecionados, como parte de um plano que trata a causa, descrito em disfunção erétil.
  • Ejaculação precoce, em conjunto com técnicas comportamentais, conforme ejaculação precoce.
  • Síndrome de dor pélvica crônica com componente de disfunção muscular, em casos selecionados.
  • Prevenção e fortalecimento em homens com fraqueza do assoalho pélvico.

O HIFEM é sempre parte de um plano, nunca um tratamento isolado. A causa da queixa, seja incontinência, disfunção erétil ou dor pélvica, precisa ser investigada e tratada em conjunto.

Avaliação antes de indicar: investigação clínica aprofundada

  • Definição do objetivo: continência, função sexual, dor pélvica ou prevenção, cada um com expectativa diferente.
  • Investigação da causa da queixa principal, com os exames pertinentes a cada situação.
  • Avaliação da musculatura do assoalho pélvico, capacidade de contrair e de relaxar, presença de tensão excessiva.
  • Antecedentes e implantes: pesquisa de marca-passo, desfibrilador, bombas de infusão e implantes metálicos na pelve, que contraindicam o procedimento.
  • Estado geral e presença de infecção ativa.

Como é a sessão

O paciente permanece vestido e se senta sobre o aplicador. Durante a sessão, que dura cerca de vinte a trinta minutos, sente contrações musculares fortes e ritmadas na região pélvica, sem dor. Não há necessidade de anestesia nem de repouso, e é possível retomar as atividades logo em seguida. Os protocolos costumam prever um bloco de sessões, com frequência de duas por semana, e a resposta é reavaliada ao final.

Quer saber se o HIFEM faz sentido no seu plano de tratamento? Fale com o Dr. Bruno Vedovato.

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ObjetivoPapel do HIFEMO que ele não substitui
Continência após cirurgia de próstataAcelerar o fortalecimento muscularFisioterapia orientada e treino domiciliar
Disfunção erétilReforçar a musculatura ligada à rigidez, em casos selecionadosInvestigação e tratamento da causa vascular ou hormonal
Ejaculação precoceComplemento ao treino do controleTécnicas comportamentais e, quando indicado, medicação
Dor pélvica crônicaAuxiliar quando há disfunção muscularFisioterapia específica e cuidado de sono e ansiedade

Riscos, limitações e quando não é indicado

O HIFEM é bem tolerado, com efeitos passageiros como desconforto muscular leve após as primeiras sessões. Não é indicado para quem tem marca-passo, desfibrilador implantável, bombas de infusão ou implantes metálicos na região pélvica, nem durante infecções ativas. Situações como próteses ortopédicas próximas, doença neurológica e outras condições específicas são avaliadas individualmente.

A principal limitação é de expectativa. O HIFEM não trata a causa das queixas. Em incontinência por falha do esfíncter após cirurgia de próstata, por exemplo, ele pode contribuir, mas perdas moderadas a graves costumam exigir procedimentos como sling ou esfíncter artificial, descritos em incontinência urinária masculina. Na disfunção erétil de origem vascular ou hormonal, o tratamento principal é outro. Por isso o HIFEM entra como parte de um plano, e os resultados dependem de associá-lo ao tratamento adequado e ao treino ativo da musculatura.

Quando procurar um urologista em Mogi Guaçu

Se você está em reabilitação após cirurgia de próstata, tem incontinência de esforço, ou uma queixa sexual em que o assoalho pélvico pode ter papel, agende uma avaliação para entender se o HIFEM se encaixa no seu tratamento. O Dr. Bruno Vedovato atende na Clínica Longevità, Rua Osvaldo de Campos, 30, Bairro Jardim Camargo, Mogi Guaçu, São Paulo, e também realiza consultas online para orientação inicial. O atendimento é particular, com indicação do HIFEM sempre dentro de um plano individual.

Descubra o papel do HIFEM no seu tratamento, com investigação da causa e plano individual.

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Perguntas frequentes

O HIFEM substitui a fisioterapia do assoalho pélvico?

Não. Ele é um complemento. A fisioterapia orientada, com aprendizado da contração correta e treino domiciliar, continua sendo a base. O HIFEM pode acelerar o fortalecimento em quem tem dificuldade de ativar a musculatura, mas funciona melhor associado ao treino ativo.

Quantas sessões são necessárias?

Os protocolos costumam usar um bloco de sessões, geralmente entre seis e dez, feitas duas vezes por semana, com sessões de cerca de vinte a trinta minutos. A necessidade de sessões de manutenção depende da resposta individual e do objetivo do tratamento.

Dói ou precisa de anestesia?

Não dói e não precisa de anestesia. A sensação é de contrações musculares fortes e formigamento na região pélvica. O paciente fica vestido, sentado sobre o aplicador, e pode retomar as atividades logo após a sessão.

O HIFEM trata disfunção erétil?

Ele pode ajudar como parte do tratamento em casos selecionados, ao fortalecer a musculatura que participa da rigidez e da manutenção da ereção, mas não é um tratamento isolado para disfunção erétil. A causa da disfunção precisa ser investigada e tratada, como descrito na página específica.

Quem não pode fazer?

O HIFEM não é indicado para quem tem marca-passo, desfibrilador implantável, bombas de infusão ou implantes metálicos na região pélvica, nem durante quadros infecciosos ativos. Situações específicas são avaliadas caso a caso na consulta antes de indicar.

Fontes e referências

Dr. Bruno Vedovato, Formação e Credenciais

O Dr. Bruno Vedovato é médico urologista e andrologista, com atuação voltada à saúde masculina, medicina sexual e saúde hormonal. São mais de dez anos de prática clínica dedicados ao diagnóstico e tratamento das principais condições que afetam o homem, com atendimento presencial na Clínica Longevità, em Mogi Guaçu, e consultas online para todo o Brasil.

  • CRM-SP 135284 | RQE 53514.
  • Residência médica em Urologia na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
  • Título de especialista em Urologia pela Associação Médica Brasileira.
  • Pós-graduação em Medicina Sexual dos Homens.
  • Fundador da Clínica Longevità, em Mogi Guaçu, São Paulo.

Todo o conteúdo desta página foi revisado e aprovado pelo Dr. Bruno Vedovato. As informações têm finalidade exclusivamente educativa e não substituem uma avaliação médica individualizada.

As informações desta página têm finalidade educativa e não substituem consulta médica, diagnóstico individualizado ou atendimento de urgência e emergência. Procure um médico urologista para avaliar o seu caso antes de iniciar, interromper ou trocar qualquer tratamento. Diante de dor intensa, febre, sangramento, incapacidade de urinar ou aumento súbito e doloroso do testículo, procure atendimento médico de urgência imediatamente.

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